“Quanto mais eu treino, mais minha mão é santa”, disse Oscar ao refletir sobre a importância da persistência ao longo de sua carreira.

Douglas Lima
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Oscar Schmidt em entrevista ao Fantástico - Foto: Reprodução\Globo

Oscar Schmidt, considerado o maior jogador da história do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Em entrevista ao Fantástico, da Globo, no quadro O Que Vi da Vida, exibido originalmente em 2016, ele refletiu sobre o amor e as lições que marcaram sua trajetória dentro e fora das quadras.

“Quanto mais eu treino, mais minha mão é santa. Minha carreira foi assim. Muito treino, muito jogo e minha esposa ao meu lado sempre, em qualquer ocasião”, declarou.

Durante o papo, o ex-atleta contou que, quando criança, tinha o sonho de ser jogador de futebol, mas acabou abandonando a ideia por se considerar desengonçado demais. Foi no basquete que ele encontrou sua verdadeira vocação.

O ex-esportista também falou sobre o início de seu relacionamento com a esposa, Maria Cristina, conhecida como Cris. Oscar contou que os dois se aproximaram quando ele estava lesionado e ela o ajudava durante o processo de recuperação. A relação evoluiu para namoro e, posteriormente, casamento, do qual nasceram os filhos do casal, Felipe e Stephanie Schmidt.

Ao falar sobre sua trajetória, ele apontou como ponto alto a vitória histórica sobre os Estados Unidos nos Jogos Pan-Americanos de 1987. Schmidt definiu aquele jogo como o momento mais importante de sua trajetória. “Foi o grande momento da minha carreira”, afirmou.

Oscar Schmidt também falou de forma aberta sobre a luta contra o câncer no cérebro diagnosticado anos depois, destacando o impacto da doença em sua visão de vida: “A doença me ensinou a aproveitar a vida”.

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