Oscar Schmidt tentou carreira política e queria ser presidente da República

Douglas Lima
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Oscar Schmidt - Foto: Divulgação

Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro que morreu nesta sexta-feira (17), tentou ser político após se aposentar.

Depois de retornar da Itália nos anos 1990, o ex-jogador foi secretário de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo na gestão de Celso Pitta (Progressistas). No posto, atuou na promoção de políticas esportivas na capital paulista.

Deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado. Candidato pelo antigo PPB (Partido Progressista Brasileiro), atual PP (Progressistas), recebeu 5,7 milhões de votos, mas acabou derrotado por Eduardo Suplicy (PT), que obteve 6,71 milhões.

Ao relembrar essa experiência em entrevista ao SportTV, em 2025, Oscar confessou que a candidatura fazia parte de um plano maior: disputar a Presidência da República. “Passei 13 anos na Europa pensando em voltar para o Brasil e ser presidente. Tive a chance. Fui candidato ao Senado. Dali para a Presidência é um pulo”, declarou, na ocasião.

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