Sindicato de Clubes vai ao STF contra medida provisória que altera regras das apostas esportivas

Patricia Calderon
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O pesidente da República Lula - Foto: Divulgação/Ricardo Stuckert

O Sindicato dos Clubes de Futebol Profissional do Brasil (Sindiclubes) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar suspender a medida provisória que modifica normas relacionadas às apostas esportivas. A entidade questiona dispositivos da MP, incluindo regras sobre o funcionamento do setor e a destinação dos valores arrecadados com as apostas.

Ao comentar a disputa, Regis Tadeu criticou a forma como o governo e o Congresso estão conduzindo o assunto. Para o comentarista, os envolvidos estariam prolongando as discussões em torno da medida. “está todo mundo querendo ganhar tempo”. Ele também relacionou a dificuldade de uma possível rejeição da MP ao volume de recursos movimentados pelo setor. “O Congresso não vai ser louco de jogar na lata do lixo uma arrecadação de R$ 4 bilhões”, declarou.

Regis Tadeu também colocou em dúvida a relevância do Sindiclubes nas negociações que envolvem o futebol brasileiro. Na avaliação apresentada por ele, a entidade não teria participação significativa nas principais decisões do setor e estaria buscando maior espaço diante da repercussão provocada pela medida provisória.

Durante sua análise, o comentarista voltou a criticar a atuação do sindicato e afirmou: “Isso apareceu agora. Isso aí não manda nada, não serve pra nada”.

A manifestação do Sindiclubes acrescenta mais um ponto de disputa às discussões sobre as regras das apostas esportivas e sobre a distribuição dos recursos gerados pelo mercado. A ação apresentada ao STF agora depende da análise da Corte quanto ao pedido de suspensão da medida.

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