O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo neste domingo (19) em que critica os preços dos supermercados em 2026.
Segundo o parlamentar, ele gastou R$ 908,40 em uma compra, dos quais R$ 217,20 correspondem aos impostos discriminados na nota fiscal. Ao comentar os valores, afirmou que “o poder de compra do brasileiro acabou”.
Flávio comparou os preços de diversos produtos de consumo diário, como arroz, feijão, café, leite, carne e itens de higiene pessoal, encontrados em um supermercado na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
No vídeo, ele contrapõe os valores atuais, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aos preços que afirma terem sido praticados em 2019, no governo do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL).
O político reforça as críticas ao aumento do custo de vida, tema recorrente em seus discursos e nas manifestações da oposição ao governo Lula. Entre os produtos comprados, o item mais barato foi um pacote de sacolas plásticas (R$ 1,04), enquanto a peça de picanha foi o mais caro (R$ 97,51). O filho mais velho de Bolsonaro também levou outros cortes de carne para churrasco, como coração de alcatra (R$ 54,78) e contrafilé (R$ 90,45).
“Botei aqui no carrinho algumas coisas que, certamente, todo brasileiro, precisa ter em casa. Pode variar uma marca ou outra, mas queria mostrar que não tem nem meio carrinho aqui. É uma compra que não vai durar muito para uma família de 3 a 4 pessoas (…) ficou muito salgada a conta: mais de R$ 900. Só de impostos, que a lei fala que tem que mostrar separado, foram R$ 217,20. Realmente o poder de compra do brasileiro acabou”, destacou.
