O Ministério Público do Ceará (MPCE) deve se manifestar até terça-feira (29) sobre o pedido de liberdade apresentado pela defesa de João Munhoz Neto, de 34 anos. Bacharel em Direito, ele está preso desde 22 de setembro sob suspeita de envolvimento na morte de Isabelle Caracristi, de 22 anos. A prisão ocorreu um dia depois de Neto prestar depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e entregar o celular para análise pericial.
Além do aparelho de Neto, a Polícia Civil recolheu o celular da mãe dele, localizada na praia do Cumbuco, em Caucaia. Os dispositivos foram encaminhados para perícia como parte das diligências realizadas durante a investigação do caso.
Até o momento, mais de 20 pessoas foram ouvidas pelos investigadores. Entre os depoentes estão familiares de João Munhoz Neto e de Isabelle Caracristi, além de pessoas que conheciam os dois e que trabalharam com eles no mesmo escritório.
A investigação segue em andamento e tem prazo estimado de dez a 15 dias para a conclusão do inquérito. Após a análise das informações reunidas pela Polícia Civil, o Ministério Público deverá avaliar o pedido de soltura apresentado pela defesa de Neto.
