Ex genro de Ana Maria Braga já esteve na cadeia e é proibido de ver filhos

Patricia Calderon
3 min de leitura
Ex genro de Ana Maria Braga já esteve na cadeia e é proibido de ver filhos (Foto Reprodução Redes Sociais)

Mais de dois meses após a empresária Mariana Maffeis obter uma medida protetiva na Justiça, o professor de ioga Badarik Gonzalez voltou a se manifestar publicamente sobre o caso. O colombiano, que está proibido de se aproximar dos dois filhos, afirmou que considera as acusações injustas e criticou a condução do processo. Após o início da medida, ele chegou a ser preso, mas acabou liberado pouco tempo depois.

Durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, Badarik comentou sobre a prisão e afirmou que sua liberação ocorreu por meio da atuação do consulado colombiano. “Fiquei preso, e não saí por fiança. O consulado da Colômbia que me soltou. Podem procurar, não tenho antecedentes criminais em nenhum lugar do mundo. O processo tem 66 folhas, nem consegui ler por completo minhas acusações. Não aguento. Tem dois meses que as investigações não andam, porque essas acusações são inventadas”.

Desde o fim do casamento, Mariana Maffeis manteve discrição sobre a separação, mas comentou publicamente que a decisão foi motivada não apenas pela falta de diálogo, como também por outros episódios que, segundo ela, influenciaram o rompimento.

Ao relatar sua versão, a filha de Ana Maria Braga afirmou ter recebido diversos relatos envolvendo o ex-marido. “Se apresentaram também situações fora da minha casa. Eu, infelizmente, tive que ouvir mais de 10, 15 relatos de coisas, enfim…”, declarou em um vídeo publicado no YouTube.

Após a fala de Mariana ganhar repercussão, Badarik também decidiu responder às declarações. Segundo ele, as histórias mencionadas pela ex-esposa não correspondem à realidade.

“Disseram que aprontei com outras pessoas, fui violento, corri atrás delas com uma faca… (Mariana ouviu) de pessoas que ela não conhece”, afirmou.

Ao final da transmissão, o colombiano voltou a falar sobre a distância dos filhos, Varuna, de 5 anos, e Hima, de 2 anos. Segundo ele, a medida judicial impede qualquer aproximação e isso tem dificultado o contato com as crianças.

“Sempre fui um pai presente. Não posso ficar perto por mais de 100 metros, ou posso ir preso. Queria ligar para os meus filhos. Como a Justiça é tão fraca? Tudo bem, terei o resto da vida para ficar ao lado deles”, completou.

MARCADO:
Compartilhar este artigo