Em entrevista ao UOL nesta segunda-feira (13), a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, rebateu as críticas à sua atuação no governo ao afirmar que o Brasil “nunca teve uma primeira-dama que trabalhasse efetivamente”. Janja atribuiu a resistência ao seu papel ao fato de a sociedade e a imprensa nacional não estarem habituadas ao protagonismo político de uma esposa de presidente, destacando que costuma receber muito mais abertura e solicitações de veículos de comunicação internacionais do que dos brasileiros.
Para justificar seu posicionamento, a primeira-dama ressaltou que mantém uma rotina intensa de reuniões, viagens e agendas oficiais que foge do padrão assistencialista histórico do cargo.
Ela citou sua atuação direta em pautas prioritárias do governo federal, como o combate à fome e a erradicação da pobreza menstrual, argumentando que esse envolvimento prático na formulação de políticas públicas é o verdadeiro motivo do estranhamento e dos ataques que vem sofrendo.
