Testemunha afirma ter visto funcionário retirar GoPro do corpo de Maria Eduarda: “Ganância”

Nayara Vieira
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A investigação sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 ano, que caiu durante um salto de rope jump em Limeira, apura o sumiço da câmera de ação que a jovem usava para registrar a atividade, a chamada GoPro, após uma testemunha relatar que o equipamento foi recolhido por um dos organizadores logo após a queda.

“A primeira cena que eu lembro (…) foi ver um dos funcionários tirando a alça do pescoço, do corpo que já estava no chão, a câmera da GoPro. Preocupado com o equipamento, para esconder provas ou preocupado com o valor financeiro”, declarou o coordenador pedagógico Rafael Goulard à EPTV, afiliada da TV Globo, acrescentando que os responsáveis pareciam não esboçar reação alguma, focados apenas em recolher o material e fugir do local.

Goulard deu detalhes do que viu, e nesse momento é uma testemunha ocular essencial para o caso.

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