Polícia investiga áudios atribuídos a Isabelle Caracristi; família nega que seja dela

Patricia Calderon
2 min de leitura
Caso Isabelle: confira a cronologia do crime; namorado segue procurado pela polícia

A polícia analisa gravações de áudio que foram atribuídas inicialmente a Isabelle Caracristi. Nos arquivos, uma mulher conversa sobre supostos investimentos e menciona a possibilidade de obter retornos financeiros em pouco tempo. A família da estudante, no entanto, contesta que seja Isabelle quem aparece nas gravações e sustenta que a voz pode pertencer a outra mulher.

Isabelle foi encontrada morta depois de cair do 23º andar de um edifício. As circunstâncias da morte são investigadas pelas autoridades, que também apuram o relacionamento da estudante com o noivo, João Munhoz. Ele está preso preventivamente e afirmou que entregou mais de R$ 14 mil para investimentos que, segundo seu relato, seriam realizados por Isabelle.

Os áudios entraram na apuração depois que surgiram acusações relacionadas a possíveis golpes financeiros. Uma das pessoas que afirma ter sido prejudicada contou que fez uma transferência após receber uma proposta de investimento. Segundo o relato, o valor prometido como retorno não teria sido recebido.

Os familiares de Isabelle negam as acusações e afirmam não identificar a voz presente nas gravações como sendo da estudante. A família acompanha o andamento do inquérito e aguarda a conclusão das diligências para esclarecer a procedência dos áudios e os fatos que antecederam a morte de Isabelle.

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