O presidente da Fifa, Gianni Infantino, passou a enfrentar pedidos públicos para deixar o comando da entidade após a decisão que permitiu a participação de Folarin Balogun, da seleção dos Estados Unidos, na partida contra a Bélgica, mesmo depois da expulsão do atacante com cartão vermelho. A medida gerou forte repercussão e críticas de nomes influentes do futebol internacional.
Entre os críticos estão David Bernstein, ex-presidente da Federação Inglesa de Futebol, o ex-treinador do Liverpool, Jurgen Klopp, e Joseph Blatter, que presidiu a Fifa antes de Infantino. Todos manifestaram posição favorável à saída do atual dirigente em razão da condução do caso.
Apesar da pressão e das manifestações de figuras importantes do esporte, a possibilidade de renúncia não faz parte dos planos de Gianni Infantino. O dirigente segue demonstrando confiança na continuidade de sua gestão à frente da entidade.
Infantino já foi reconduzido ao cargo em duas eleições sem enfrentar adversários. Além disso, no início deste ano, confirmou a intenção de disputar um novo mandato de quatro anos em 2027, reforçando o objetivo de permanecer na presidência da Fifa.
