Decisão cita que João Munhoz tentava forçar relações sexuais com Isabelle Caracristi

Patricia Calderon
2 min de leitura

Uma decisão judicial que manteve a prisão preventiva de João Munhoz Neto menciona mensagens atribuídas a Isabelle Caracristi nas quais ela teria relatado episódios de insistência para manter relações sexuais. Conforme os registros analisados durante a investigação, a estudante teria afirmado que demonstrava não consentir, mas que João continuava tentando convencê-la.

As conversas também indicariam situações em que Isabelle teria se sentido submetida a pressão emocional dentro do relacionamento. De acordo com os relatos atribuídos à jovem, as recusas eram seguidas por questionamentos sobre os sentimentos que ela mantinha pelo namorado.

As mensagens estão entre os materiais reunidos pela Polícia Civil para reconstruir a dinâmica da relação entre Isabelle e João. Além das conversas, os investigadores analisam depoimentos, exames periciais e informações obtidas a partir de dispositivos eletrônicos.

A apuração também considera relatos relacionados a uma possível situação de violência psicológica. Esses elementos são avaliados em conjunto pelas autoridades para esclarecer as circunstâncias que antecederam a morte da estudante.

João Munhoz Neto continua preso preventivamente e é investigado no caso. A defesa afirma que ele não teve participação na morte de Isabelle.

A Polícia Civil mantém as investigações em andamento e informa que diferentes possibilidades continuam sendo consideradas até a conclusão da apuração.

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