Léo Lins comentou o debate gerado pelo “Revelando”, de Fábio Porchat, e questionou a maneira como o conteúdo conduz sua abordagem política. Na avaliação apresentada pelo humorista, a produção não seria completamente neutra e poderia direcionar a interpretação do público a partir da seleção de personagens, relações e situações mostradas ao longo do material.
Durante a crítica, Lins citou outros nomes e vínculos que, segundo sua argumentação, também poderiam ser considerados em uma análise sobre influência política. Ele mencionou relações envolvendo autoridades, ministros do Supremo Tribunal Federal e pessoas ligadas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva para defender que critérios semelhantes deveriam ser utilizados na análise de diferentes grupos políticos.
Outro aspecto abordado pelo humorista foi a presença de Flávio Bolsonaro no conteúdo produzido por Porchat. Lins questionou o espaço destinado ao político e afirmou que uma investigação sobre redes de influência não deveria se concentrar somente em um determinado campo político.
Na sequência, o humorista ampliou a crítica ao formato adotado pelo projeto e apresentou uma comparação para reforçar seu argumento. Ao final, sugeriu que a produção recebesse o nome de “Velório”.
A referência foi utilizada por Lins como uma provocação relacionada ao cenário político brasileiro e às disputas por influência e poder. Em sua argumentação, a crítica não deveria se restringir a Lula ou Flávio Bolsonaro, mas considerar diferentes grupos e relações presentes na política nacional.
