O jornalista e influenciador Lucas Strabko, conhecido como Cartolouco, pronunciou-se pela primeira vez após a veiculação de uma reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo, na qual três mulheres o acusam de agressão física e psicológica. Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o ex-participante de reality show contestou veementemente o conteúdo da matéria e afirmou que nunca tentou se esquivar do Judiciário.
O jornalista direcionou críticas específicas à sua ex-namorada Gabriella Augusto, uma das denunciantes, alegando que as acusações apresentadas por ela já foram alvo de disputa judicial anterior. “A Gabriella, que deu entrevista para o Fantástico ontem, me processou em julho de 2023 com as mesmas acusações que ela fez ontem, que não são verdadeiras. Eu fui inocentado pela justiça em setembro de 2024. Na matéria, a Globo escondeu e mentiu sobre esse fato”, declarou.
Para reforçar sua defesa e contestar a narrativa de conflito contínuo, Cartolouco expôs detalhes sobre supostas interações recentes que teria mantido com Gabriella, sugerindo que a relação amigável se manteve mesmo após as primeiras disputas judiciais. Ele afirmou que ela o procurou em maio de 2025, ocasião em que teriam passado a noite juntos de forma consensual. “A gente dormiu junto e, no dia seguinte, ela me agradeceu por a gente ter dormido abraçadinho. Depois disso, ela seguiu mandando diversas mensagens para mim, me chamando para almoçar e também lembrando de mim por causa da camisa do Inter Miami. E mesmo durante medida protetiva, ela me mandou diversas mensagens que não foram respondidas”, alegou o jornalista, questionando a omissão desses fatos por parte da emissora.
Apesar de refutar categoricamente as denúncias contra si e se colocar à disposição da Justiça para novos esclarecimentos, Cartolouco fez questão de ressaltar que seu posicionamento não visa descredibilizar denúncias de abuso de gênero de forma generalizada. Ele ponderou sobre a gravidade do cenário nacional de agressões domésticas, buscando delimitar seu pronunciamento estritamente ao seu caso individual. “Esse vídeo aqui não é para os caras que vão chegar e falar: ‘Mulher é tudo mentirosa’. Não. O Brasil é o quinto país do mundo que tem mais violência contra a mulher. Esse vídeo aqui jamais vai ser feito ou foi feito para deslegitimar a causa, a luta, de maneira alguma. Só foi feita para eu mostrar meu lado da história, para eu contar outro lado”, concluiu.
