Depois de se tornar a maior cinebiografia de todos os tempos, Michael se firmou neste fim de semana como a primeira produção do gênero na história a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 5,1 bilhões), em bilheteria mundial.
Lançado em 23 de abril, o longa-metragem estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor Michael Jackson (1958-2009), que segue em cartaz mundo afora, já arrecadou US$ 629,8 milhões no exterior e US$ 371,8 milhões nos Estados Unidos, elevando seu total global para US$ 1,001 bilhão, mesmo após a sua estreia no streaming, de acordo com a revista Variety.
Esse é mais um dos recordes alcançados por Michael, considerada uma das produções mais caras já realizadas. Anteriormente, o longa de Antoine Fuqua já havia se tornado a maior bilheteria mundial da história da Lionsgate e a biografia musical de maior arrecadação de todos os tempos.
Entre os recordes alcançados, a trama superou a bilheteria de Bohemian Rhapsody (2018), longa que acompanha a carreira de (1946-1991) e a ascensão da banda Queen.
No Brasil, a obra também foi um sucesso. A cinebiografia do Rei do Pop se consagrou como o maior lançamento da história da Universal Pictures no país.
A produção retrata a fase do músico desde sua passagem pelo Jackson 5 até os primeiros passos da carreira solo. Um segundo filme já é considerado pelos produtores, condicionado ao sucesso comercial do primeiro longa, que tem apresentado resultados positivos nas telonas.
O elenco conta com Colman Domingo e Nia Long como os pais do popstar, Miles Teller como o agente do protagonista, Laura Harrier, Kat Graham e Derek Luke.
