Apesar do desempenho histórico negativo na Copa do Mundo, acumulando a eliminação mais precoce desde 1990 e o pior índice de posse de bola e corrida entre os 48 países, Carlo Ancelotti garantiu uma valorização financeira expressiva. O treinador italiano terá um aumento salarial de 20% em seu novo contrato com a Seleção Brasileira, válido até 2030.
O comandante já ostentava o status de técnico mais bem pago do Mundial, com vencimentos de R$ 5 milhões mensais. Agora, após o acordo de prorrogação firmado com o presidente da CBF, Samir Xaud, seus ganhos saltam para R$ 6 milhões por mês logo após o encerramento do torneio.
Com o novo reajuste, o custo do treinador para os cofres da confederação será de R$ 72 milhões por temporada. Até o fim do ciclo para a Copa do Mundo de 2030, que será sediada em Portugal, Espanha e Marrocos, o montante total investido na comissão atingirá a marca de R$ 288 milhões.
Uma eventual demissão de Ancelotti por parte da CBF exigiria o pagamento de uma multa rescisória astronômica, cujo valor exato é mantido sob sigilo pela entidade. Por outro lado, caso o próprio técnico decida pedir o desligamento do cargo, a cláusula prevê que ele indenize a federação com o valor equivalente a um mês de seu salário.
