O ex-jogador e atual senador Romário não poupou críticas à Seleção Brasileira após a queda na Copa do Mundo. Em entrevista concedida à influenciadora Mari Menezes, o tetracampeão abriu o jogo sobre o desempenho da equipe e classificou a derrota e a consequente eliminação para a Noruega como “o maior vexame da história do nosso futebol”, apontando que faltou talento e, principalmente, atitude em campo.
Durante a conversa, o ex-atacante ponderou que a queda de rendimento do futebol nacional não é um problema recente. Segundo o senador, já faz bastante tempo que o Brasil deixou de apresentar o nível técnico que exibia em gerações passadas, evidenciando uma crise de identidade e de qualidade que vem se arrastando ao longo dos últimos anos.
Ao ser questionado sobre os responsáveis pelo resultado negativo no torneio mundial, Romário dividiu o peso do fracasso entre a comissão técnica e o elenco. O senador afirmou que o treinador tem sua parcela de culpa na eliminação, mas ressaltou que não se pode isentar os atletas, cobrando duramente a postura e a falta de entrega dos jogadores brasileiros durante a partida decisiva.
Por fim, o parlamentar adotou uma postura drástica ao projetar o futuro do comando técnico da Seleção. Demonstrando total insatisfação com os rumos do planejamento atual da equipe, Romário garantiu de forma categórica que, caso estivesse no cargo de presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), rasgaria imediatamente o contrato com o técnico italiano Carlo Ancelotti.
