Virginia Fonseca faz 28 pedidos para registrar nomes dos filhos no INPI

André Oliveira
2 min de leitura
Reprodução/Instagram

Os nomes dos filhos de Virginia Fonseca e Zé Felipe passaram a integrar uma estratégia empresarial milionária da influenciadora digital. A influenciadora realizou 28 pedidos de registro de marcas envolvendo os nomes das crianças junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A movimentação começou ainda em 2021, pouco tempo após o nascimento de Maria Alice, primeira filha do casal, e teria como objetivo garantir proteção comercial e exclusividade no uso dos nomes em diferentes áreas do mercado.

Entre os pedidos feitos, Maria Alice aparece como o nome mais explorado comercialmente, somando 14 solicitações em diversos segmentos, incluindo entretenimento, cosméticos, publicidade e produtos comerciais. Já Maria Flor teve apenas um pedido protocolado, mas o registro acabou sendo negado pelo INPI mesmo após tentativa de recurso. O nome do caçula José Leonardo não aparece diretamente entre os registros públicos encontrados, embora exista menção ao herdeiro em projetos ligados ao “Instituto Marias e José”, iniciativa social ligada à família.

A repercussão nas redes sociais foi imediata e dividiu opiniões entre seguidores e internautas. Enquanto alguns defenderam a atitude da influenciadora como uma forma de proteção patrimonial e planejamento familiar, outros criticaram o uso comercial envolvendo os nomes das crianças. Virginia, no entanto, já havia explicado anteriormente que os registros são uma maneira de assegurar o futuro financeiro dos filhos e evitar que terceiros utilizem os nomes das crianças de forma indevida. Segundo ela, todas as marcas pertencem aos herdeiros e serão administradas por eles no futuro.

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