Tarcísio se diz a favor de classificação do PCC e CV como terroristas pelos EUA

Bruno Dames
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O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode ser uma oportunidade para o Brasil reforçar o combate às facções. Ele destacou que a medida facilitaria a integração de inteligência, o aporte de recursos financeiros e ações mais efetivas contra os grupos criminosos, mas não detalhou como a cooperação ocorreria.

Tarcísio disse que a classificação permitiria ao país coordenar melhor operações e trazer maior efetividade na repressão às organizações criminosas. Segundo ele, governos internacionais que reconhecem essas facções como terroristas ajudam a criar mecanismos legais e estratégicos que o Brasil poderia aproveitar em suas políticas de segurança.

O tema, no entanto, gera debates políticos e estratégicos no país. Em novembro, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), barrou projeto que equiparava facções ao terrorismo. O deputado Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança de São Paulo, era relator do PL Antifacção. Para Tarcísio, a discussão mostra que é preciso alinhar a atuação interna com cooperação internacional para aumentar a eficácia do combate ao crime organizado.

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