A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito sobre a morte de um casal de idosos em Belo Horizonte e indiciou a diarista de 30 anos por dois crimes de latrocínio. Segundo a investigação, ela já havia decidido cometer o crime antes mesmo de entrar no apartamento e utilizou medicamentos sedativos para dopar as vítimas antes do ataque.
A suspeita foi presa dois dias depois do crime, em um hotel na cidade de Itabira. Com ela, os policiais encontraram R$ 18,8 mil, joias, relógios, celulares e 165 comprimidos de um medicamento de efeito sedativo. A investigação também concluiu que ela pretendia fugir para o Rio Grande do Sul.
Durante as apurações, outras vítimas procuraram a Polícia Civil e relataram crimes semelhantes. Ao todo, foram identificados mais quatro casos atribuídos à investigada, todos com o mesmo modo de agir: dopar clientes para praticar roubos. Além da diarista, quatro homens foram indiciados por receptação qualificada após comprarem objetos roubados do casal.
