A apresentadora Patrícia Poeta teria sido alvo de ameaças e ataques virtuais após se recusar a aceitar um suposto esquema envolvendo perfis de fofoca nas redes sociais. As informações foram divulgadas pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, que aponta a existência de uma estratégia de pressão digital contra a jornalista. Segundo a publicação, páginas influentes teriam oferecido uma espécie de “proteção” de imagem mediante pagamento, prática que levanta suspeitas de extorsão.
De acordo com Fábia Oliveira, após a recusa da apresentadora, os ataques teriam se intensificado, com conteúdos negativos e críticas sendo disseminados de forma coordenada nas redes sociais. O método, conforme relatado, incluiria a criação de crises artificiais, com postagens prejudiciais à reputação da vítima, seguidas da oferta de um “pacote” para cessar os ataques. A dinâmica foi comparada a uma espécie de “milícia digital”, na qual a exposição negativa funcionaria como forma de pressão.
Ainda segundo a colunista, os ataques envolveriam a publicação de cortes de vídeos fora de contexto e o estímulo a comentários negativos sobre diferentes aspectos da vida profissional e pessoal de Patrícia Poeta. A repercussão do caso reforça o debate sobre a atuação de perfis de grande alcance nas redes sociais e os limites entre crítica, difamação e possíveis práticas criminosas no ambiente digital.
