Grávida, Isabella Scherer é diagnosticada com toxoplasmose

Patricia Calderon
4 min de leitura
Isabella Scherer (Foto Reprodução Redes Sociais)

A influenciadora Isabella Scherer revelou que foi diagnosticada com toxoplasmose enquanto estava grávida de seu terceiro filho. Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta sexta-feira (17), a campeã do MasterChef contou que recebeu a notícia por volta da 10ª semana de gestação e descreveu o impacto emocional provocado pelo resultado dos exames.

“Eu descobri a toxoplasmose, eu não tinha nem anunciado a gestação, então eu acho que deve ter sido por volta de 10 semanas de gestação. No primeiro exame positivo, era final do dia, umas 6 da tarde, quando saiu o resultado. Eu chorava, fiquei desesperada”, revelou ela.

Segundo Isabella, assim que recebeu o resultado, entrou em contato com a médica responsável pelo pré-natal. A obstetra orientou que novos exames fossem realizados, já que havia possibilidade de o primeiro teste apresentar um resultado inconclusivo devido ao estágio inicial da infecção.

“Dava para ver que era uma infecção muito, muito, muito recente. Então, tinha a cara de um falso positivo. E aí, sai correndo desesperada. Liguei para uma amiga minha (…). Eu chorando porque eu não queria ir sozinha, porque eu tava muito mal. E… com razão, né?”, declarou.

Por causa do diagnóstico, Isabella decidiu adiar uma viagem internacional. Ela explicou que preferiu permanecer no Brasil até entender a situação e iniciar o tratamento adequado.

“Vou trocar passagem pro outro dia. Aí nisso, já saíram os resultados. Comecei o tratamento aqui, ainda no Brasil. E, beleza. Eu peguei muito cedo e depois eu fui acompanhando, fazendo o acompanhamento dos anticorpos e da própria infecção. Foi subindo depois que eu comecei a ter os anticorpos. O chute é que eu consegui pegar [a infecção] no exame nos três primeiros dias de infecção. Dei muita sorte”, contou ela.

A influenciadora também comentou que a toxoplasmose pode representar riscos importantes para o bebê durante a gestação, incluindo problemas na visão e, em alguns casos, aborto espontâneo.

Isabella afirmou que não conseguiu identificar a origem da contaminação. Ela disse que redobrou os cuidados com alimentos durante a gravidez e chegou a investigar outras possibilidades, incluindo os gatos que vivem na casa do pai, mas todos os animais testaram negativo para a doença.

“Eu não sei. Nessa gestação estava muito mais notada com saladas, carnes cruas. Eu tinha comido na casa do meu pai, que tem gatos. Conversando com minha pediatra, ela disse que é comum quando a mãe tem filhos mais velhos que brincam em parquinhos, caixas de areia, a areia pode estar contaminada. Deve ter sido isso”, declarou ela.

Ao final do relato, Isabella explicou que o filho passará por exames logo após o nascimento para verificar se houve transmissão da infecção durante a gestação. Caso o resultado seja positivo, o bebê deverá realizar tratamento com antibióticos por um ano.

“Quando nascer, ele vai fazer o exame. Se der positivo, tem que fazer tratamento de um ano com antibiótico. Eu sofri muito nos primeiros dias, mas a partir do momento que eu comecei a tratar e vi que não passou para o Tom, eu relaxei”, finalizou.

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