De dentro da prisão, Deolane dispara: “Nunca fiz parte do crime organizado”

André Oliveira
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Reprodução/Internet.

A influenciadora e advogada Deolane Bezerra voltou a se manifestar publicamente após quase uma semana presa durante a Operação Vérnix. Em uma carta divulgada nesta terça-feira (26) por sua irmã, Dayanne Bezerra, nas redes sociais, Deolane afirmou ser vítima de perseguição e negou qualquer envolvimento com organizações criminosas. No texto, ela declarou que “não é bandida” e disse que as acusações contra ela se arrastam há mais de cinco anos, alegando que já foi alvo de diversas suspeitas sem ter sido ouvida formalmente pelas autoridades.

Na carta, Deolane detalhou que sua prisão estaria relacionada ao recebimento de R$ 24,5 mil em honorários advocatícios, valor que, segundo ela, foi depositado legalmente em sua conta e cuja informação constaria no próprio inquérito. A influenciadora também rebateu rumores envolvendo a existência de dezenas de empresas em seu nome, classificando as informações como falsas e facilmente contestáveis em registros oficiais. Ela ainda relatou que foi surpreendida pela polícia dentro de casa, afirmando ter acordado com um fuzil apontado para seu rosto, sem oportunidade prévia de prestar esclarecimentos sobre o caso.

Ao longo do desabafo, Deolane reforçou sua trajetória como mãe, empresária e advogada, afirmando que construiu sua vida “pelo próprio suor”. A influenciadora declarou confiar na Justiça e pediu apoio dos fãs enquanto enfrenta as investigações. A prisão aconteceu no âmbito da Operação Vérnix, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. Segundo as investigações, movimentações financeiras consideradas suspeitas foram identificadas em contas pessoais e empresariais ligadas à influenciadora, além do cumprimento de mandados de busca e apreensão em imóveis relacionados a ela.

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