Astrid Fontenelle critica ostentação de Virginia e Deolane: “Má influência”

Douglas Lima
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Astrid Fontenelle, Virginia Fonseca e Deolane Bezerra - Foto: Reprodução/Instagram

A apresentadora Astrid Fontenelle fez críticas à cultura da ostentação nas redes sociais e apontou o comportamento de influenciadoras digitais como Virginia Fonseca e Deolane Bezerra como exemplos negativos.

A comunicadora avaliou que a busca por validação nas redes sociais por meio da exibição de bens materiais pode estar relacionada a um sentimento de vazio pessoal e destacou que o uso de artigos de luxo não determina a identidade nem o valor de um indivíduo.

“Muitas coisas, mas dentro dessa área aí que vocês operam, essa má influência, é um tal de a bolsa mais cara. Isso é muito vazio, muito vazio. Se a pessoa precisa de uma bolsa mais cara para existir, ela não está existindo”, afirmou, em entrevista à repórter Monique Arruda, do portal LeoDias, no Festival da Cunhã, em Manaus.

A jornalista direcionou comentários negativos à Virginia ao comentar o conteúdo publicado por ela nas redes sociais, mencionando a repercussão de uma polêmica recente envolvendo a influencer em um zoológico em Dubai, onde ela apareceu interagindo com um macaco.

“A mulher poderia ter um alcance tão fantástico. Num dia ela usa um relógio de R$ 18 bilhões e no outro ela beija um macaco. Isso é inadmissível, ela conviveu com um homem preto supostamente. Deveria entender os problemas, as questões. E aí ela beija um macaco? Isso é inadmissível”, disparou.

“Bora parar um pouco e estudar? Mudar as amizades? Conviver com um tipo de gente mais inteligente que possa te dar a luz de outros caminhos? Porque o caminho não é a bolsa de luxo”, acrescentou.

Já em relação a Deolane, Astrid fez uma menção direta à influenciadora digital, que foi presa na última quinta-feira (21), e ironizou a situação envolvendo os bens de luxo associados ao caso. “A bolsa de luxo está no presídio hoje, olha que feio, que triste para a menina que não tem informação, não tem cognição para perceber que querer ter uma bolsa é muito pouco”, soltou.

Por fim, ela destacou sua preocupação com a influência desse tipo de comportamento sobre o público jovem, especialmente aqueles que consomem esse conteúdo sem um olhar mais crítico: “É muito triste para a menina que não tem informação, não tem cognição para perceber que querer ter uma bolsa é muito pouco. É sobre isso”.

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