O sargento da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) Eduardo Abner Pereira de Oliveira, de 37 anos, preso sob a suspeita de matar a própria esposa, a capitã Michele Leão Azevedo, de 41 anos, já tinha histórico de violência doméstica contra outras duas mulheres antes do crime. As informações sobre o passado do investigado foram confirmadas pelo capitão Veríssimo, porta-voz da PMMG.
Festas frequentes e rotina de conflitos no apartamento
A convivência do casal era marcada por recorrentes episódios de perturbação e desentendimentos no imóvel onde moravam. Segundo o síndico do edifício, eram frequentes os relatos de festas com até 60 pessoas no apartamento, acompanhadas de barulho excessivo, gritos e discussões. Ele destacou que os conflitos entre a capitã e o sargento eram constantes na rotina do condomínio.
Relatos de vizinhos confirmam ambiente conturbado
O clima tenso no endereço do casal também foi detalhado durante o velório de Michele Leão por Daniele Soares da Silva, vizinha das vítimas. De acordo com o depoimento dela, o imóvel era palco de brigas ininterruptas e de festas que costumavam se estender por semanas inteiras sem pausa, evidenciando o histórico conturbado que antecedeu a tragédia.
