Delegada explica expulsão de Dayanne e Deolane Bezerra de banco

Patricia Calderon
3 min de leitura
Delegada explica expulsão de Dayanne e Deolane Bezerra de banco (Foto Reprodução Redes Sociais)

A delegada Maria Corsato voltou a comentar um episódio envolvendo as irmãs Deolane e Dayanne Bezerra durante entrevista ao podcast Tubacast. Responsável por uma das investigações que envolveu a influenciadora, ela relatou como teria ocorrido o processo que culminou no encerramento do vínculo das irmãs e das empresas da família com uma instituição bancária. Segundo a delegada, a situação teve início após uma tentativa de saque de R$ 1 milhão em espécie realizada por Dayanne.

De acordo com o relato, Dayanne procurou uma agência bancária na zona norte para retirar o valor em dinheiro. Conforme explicou a delegada, o banco informou que esse tipo de operação exige procedimentos internos antes da liberação da quantia, mas a cliente teria insistido em receber o dinheiro diretamente na agência.

Ao recordar o episódio, Maria Corsato descreveu a conversa que, segundo ela, ocorreu entre Dayanne e os funcionários da instituição financeira. “Parece que a Dayanne foi até um banco da zona norte e queria sacar R$ 1 milhão. E o banco disse ‘olha, temos uma burocracia para fazer isso’ e perguntaram ‘para onde você quer que encaminhe?’”, começou.

Na sequência, a delegada afirmou que Dayanne recusou a alternativa apresentada pelo banco e insistiu no saque em espécie. “E ela ‘não, eu quero meu pacote de dinheiro’. Aí eles disseram ‘olha, vai ter que esperar um pouco, vamos ter que comunicar’. Aí, de costuma, fizeram o que sabem fazer de melhor. Foi chamado o segurança do banco, foi comunicado ao Coaf e não foi entregue, naquela ocasião, o dinheiro pra ela“, lembrou.

Maria Corsato também comentou que, posteriormente, as irmãs recorreram à Justiça contra a instituição financeira. “Depois, elas entraram com uma ação para poder processar o banco. Nisso, o banco as comunica que não tem mais interesse [em tê-las como clientes] nas três irmãs e todas as empresas da família”, contou, antes de completar: “Por vontade própria, o Banco Itaú disse ‘vocês têm 30 dias para levar tudo o que vocês têm aqui embora pra outro banco’. Para um banco chegar neste ponto… O banco não ia fazer isso na desconfiança. O banco já tinha certeza do que estava acontecendo ali e não ia embarcar nessa. E elas tiveram que sair”, afirmou.

Ao encerrar o assunto, a delegada disse não saber qual foi o desfecho da ação judicial movida por Dayanne. “Não sei como terminou o processo. Parece que a Dayanne entrou com pedido de exibição de prova e imagens porque foi agredida, destratada, humilhada. O de costume”, disparou.

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