Foto mostra diarista suspeita de matar idosos em BH na prisão

Nayara Vieira
3 min de leitura
Foto mostra diarista suspeita de matar idosos em BH na prisão (Reprodução)

A Polícia Civil divulgou, nesta sexta-feira (3), a foto prisional de Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos. Ela foi presa na madrugada da última Thursday (2) em Itabira, na Região Central de Minas Gerais, após confessar o assassinato do advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e da empresária Maria Clotilde Atala Inácio, de 76.

O casal de idosos foi encontrado morto no domingo (29) dentro do apartamento onde residia, localizado no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A polícia chegou até a suspeita após analisar imagens de câmeras de segurança do edifício, que registraram a entrada e a saída de Paola no dia em que os crimes foram cometidos.

Em depoimento às autoridades logo após a sua detenção, Paola afirmou ter assassinado o casal sob o efeito de um “surto psicótico”. A motivação exata e a dinâmica dos homicídios ainda estão sendo detalhadamente analisadas pelos investigadores responsáveis pelo caso.

Embora a autora tenha confessado o duplo homicídio e alegado ter agido sozinha, a Polícia Civil informou que os trabalhos periciais e de inteligência continuam. O principal objetivo da investigação agora é apurar a possível participação ou cumplicidade de outras pessoas no crime.

De prisão preventiva para flagrante

A Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante de Paola Stefany Neto Cirino, apontada como autora do duplo latrocínio que vitimou um casal de idosos no bairro São Pedro, em Belo Horizonte. A informação foi divulgada pelo jornalista Renato Rios Neto.

À medida que os trabalhos policiais avançam, o caso ganha novos desdobramentos. De acordo com fontes ligadas à investigação, outras supostas vítimas de Paola começaram a surgir, relatando que também foram dopadas e furtadas pela suspeita em ocasiões anteriores.

Outro ponto esclarecido pela polícia envolve o condutor do veículo utilizado por ela. O homem se apresentou às autoridades e, segundo as investigações preliminares, atuava estritamente como motorista de aplicativo, sem qualquer envolvimento ou conhecimento sobre os crimes.

A Polícia Civil segue reunindo depoimentos e provas, e o caso promete novas reviravoltas nos próximos dias.

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