A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais rejeitou um novo pedido de habeas corpus feito pela defesa de Renê da Silva Nogueira Junior, acusado pela morte do gari Laudemir de Souza Fernandes, e decidiu manter a prisão preventiva do réu. A defesa busca a liberdade de Renê há meses, enquanto ele aguarda a realização do julgamento, que ainda não tem data marcada. Fonte: Tribunal de Justiça de Minas Gerais e informações divulgadas pelo UOL.
Os advogados do acusado haviam recorrido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) após uma decisão anterior da Justiça mineira que também negou a soltura. O tribunal superior determinou que o pedido fosse analisado novamente pelo TJMG, garantindo à defesa a possibilidade de apresentar novos argumentos durante a sessão.
O pedido voltou a ser julgado nesta semana e, por decisão unânime, os desembargadores da 8ª Câmara Criminal mantiveram a prisão de Renê. Com isso, ele continuará detido até o julgamento ou até que uma instância superior determine uma mudança na decisão.
O julgamento do caso ainda não possui data definida. A defesa segue buscando alternativas jurídicas para obter a liberdade do réu durante o andamento do processo.
O UOL informou que procurou os advogados de Renê da Silva Nogueira Junior para solicitar um posicionamento sobre a decisão e aguarda uma resposta. O espaço permanece aberto para manifestação da defesa.
