Ponte do Esqueleto: local da morte de Maria Eduarda tem histórico de acidentes

Patricia Calderon
2 min de leitura
Local da morte de Maria Eduarda tem histórico de acidentes (Foto Reprodução Redes Sociais)

No último sábado (13/06), uma jovem de 21 anos morreu durante um salto de rope jump realizado na ponte localizada entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo, após a atividade ser feita sem a utilização da corda de segurança. A estrutura, que está fora de operação há aproximadamente três décadas, voltou a chamar atenção pelas condições de acesso e pelo uso frequente para práticas esportivas e lazer. al entre Limeira e Cordeirópolis, acumula acidentes e voltou ao centro das atenções após a morte de uma jovem de 21 anos no sábado (13), durante um salto de rope jump sem a corda de segurança.

Com cerca de 40 metros de altura, a ponte permanece desativada, mas continua sendo procurada por praticantes de esportes radicais, além de visitantes que utilizam o espaço para trilhas e ciclismo.

O rope jump utiliza cordas estáticas, sem elasticidade, que permitem uma queda seguida por um movimento de balanço semelhante ao de um pêndulo. A modalidade se diferencia do bungee jump, em que uma corda elástica provoca movimentos de subida e descida após a queda.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros, uma ciclista morreu no local em abril de 2024 após cair da ponte. Em agosto de 2025, duas mulheres ficaram gravemente feridas depois de acidentes na mesma estrutura.

A Prefeitura de Limeira informou que pretende acionar a Justiça contra o governo federal, alegando falta de medidas para impedir o uso irregular da ponte. A Secretaria do Patrimônio da União declarou que nunca autorizou atividades esportivas no espaço e afirmou que solicitou apoio para restringir o acesso desde 2024.

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