Mãe de jovem morta em salto de rope jump fala pela 1ª vez: “Aquela maldita corda”

Douglas Lima
2 min de leitura
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas - Foto: Reprodução/Instagram

A mãe de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, quebrou o silêncio e se pronunciou pela primeira vez após a morte da filha durante uma atividade de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo.

A manifestação foi feita nas redes sociais na manhã deste domingo (14), data em que também acontece o velório da jovem. A matriarca publicou uma imagem da filha e expressou tristeza pela perda, citando a possível falha no equipamento de segurança, que ainda está sendo apurado pela Polícia Cívil.

“Aquela maldita corda te levou para sempre de mim, minha filha amada. Você se foi e aqui só resta a dor e a saudade. Te amo para sempre”, escreveu ela nos stories do Instagram.

A despedida de Maria Eduarda ocorreu neste domingo no Cemitério Municipal de Jandira, na Grande São Paulo.

Vale destacar, que três pessoas foram presas em flagrante sob suspeita de homicídio com dolo eventual, após a morte da mulher neste sábado (14). Os instrutores responsáveis pela atividade na Ponte do Esqueleto, teriam lançado Maria Eduarda de uma altura de cerca de 40 metros sem que as cordas de segurança estivessem devidamente fixadas ao corpo.

Em depoimento à polícia, os envolvidos afirmaram que teriam sofrido um “apagão” no momento do procedimento. Seis pessoas foram conduzidas à delegacia, três responsáveis pelo salto e outras três que atuavam em uma barraca próxima, encarregadas da distribuição de pulseiras e da colocação de cintos e cadeirinhas nos clientes.

No entanto, apenas Luis Felipe Feliciano Egoroff, Vitor de Freitas Gonçalves e Maicon Fernandes Cintra — que aparecem nas imagens com a vítima nos braços, foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual. Nessa modalidade, o investigado não deseja diretamente o resultado, mas assume o risco de produzi-lo ao prever a possibilidade de morte. Os outros três envolvidos foram liberados após depoimento, mas seguem sendo investigados pela polícia.

MARCADO:
Compartilhar este artigo