Durante participação na Marcha para Jesus, nesta quinta-feira (4), no centro de São Paulo, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) declarou que o evento é uma reação ao “mundo do mal”, que, segundo ele, estaria influenciando o governo brasileiro.
“Vamos orar pelo nosso Brasil. Esta guerra é espiritual, e hoje é a maior resposta que nós podemos dar ao mundo do mal, que vai ser expulso do governo deste Brasil este ano. Em nome do nosso Senhor Jesus, amém”, disse o parlamentar aos fiéis.
Pela primeira vez na Marcha para Jesus, em sua 34ª edição, Flávio afirmou, em entrevista aos organizadores da marcha divulgada pelo Estadão, que “o mundo e o Brasil estão passando por uma grande guerra espiritual”. Segundo ele, a participação no ato tem como objetivo recarregar as energias e “orar pelas famílias do país”.
O político também declarou que gostaria que seu pai, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL), atualmente em prisão domiciliar em Brasília, estivesse presente no evento.
“Às vezes, a gente acorda com o coração meio apertado, tem que ajoelhar e pedir a Deus para dar aquela força e alegria no coração. E hoje é um dia que está explodindo aqui. Queria muito que meu pai estivesse aqui presente, mas vamos lutar por ele”, destacou.
A atual edição da Marcha para Jesus conta com a presença de diversas autoridades políticas e representantes dos Poderes. Entre os participantes estão o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB), parlamentares, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e o advogado-geral da União, Jorge Messias, integrante do governo do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Também participam do evento o deputado federal Sostenes Cavalcante (PL) e o deputado estadual Lucas Bove (PL), o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), André do Prado. Segundo a organização, foram inscritas 23 mil caravanas para participar do evento, que contará com 8 trios elétricos.
