O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está em “excelente saúde” e “plenamente apto para exercer todas as funções” do cargo, segundo avaliação médica realizada na terça-feira (26) no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, na região de Washington.
A conclusão foi registrada no relatório do exame médico de rotina do presidente, divulgado pela Casa Branca na noite desta sexta-feira (29). Embora o diagnóstico seja amplamente positivo, o relatório médico traz a recomendação de que o republicano perca peso.
Segundo documento de três páginas assinado pelo médico da presidência, o capitão da Marinha dos EUA Sean Barbabella, ele foi submetido a tomografia computadorizada, exames cardíacos, testes de rastreamento de câncer e outras avaliações preventivas conduzidas por 22 especialistas. Os procedimentos ocorreram na última terça-feira (26).
Trump pesou 108 quilos, um aumento de 6 quilos em relação ao exame médico realizado de abril de 2025. Os médicos recomendaram mudanças na alimentação, a prática de atividade física e a redução do peso, mas concluíram que seu “desempenho cognitivo e físico é excelente”.
Com 1,90 metro de altura, ele registra índice de massa corporal (IMC) de 29,7. Segundo parâmetros médicos, valores iguais ou superiores a 30 são classificados como obesidade.
O documento também aponta hematomas nas mãos do presidente, atribuídos a uma “leve irritação dos tecidos moles relacionada ao aperto frequente de mãos”. Segundo o relatório, trata-se de um “efeito comum e benigno da terapia com aspirina”.
O médico não encontrou nenhuma anormalidade e afirmou que o republicano demonstrou “boa saúde cardíaca, pulmonar, neurológica e geral”, além disso, também detalhou algumas condições clínicas menores e de caráter não emergencial como “leve inchaço nas pernas”.
Contudo, nenhuma das condições foi considerada um impedimento para o desempenho das atividades diárias do chefe do Executivo.
