Eduardo Bolsonaro diz ter sido importunado nos EUA por pessoas ligadas ao PCC

Douglas Lima
2 min de leitura
Eduardo Bolsonaro - Foto: Reprodução/Instagram

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que vive no Texas, nos Estados Unidos, afirmou nesta sexta-feira (22) nas redes sociais que pessoas supostamente ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC) teriam ido até sua residência.

O ex-deputado afirmou ter acionado a polícia local após sua esposa, Heloísa Bolsonaro, identificar uma pessoa circulando repetidamente ao redor da residência. O ex-parlamentar classificou o caso como “grave”.

Segundo Eduardo, a pessoa teria sido inicialmente atendida pela filha do casal, Geórgia, de 5 anos, que acreditou se tratar do pai chegando em casa. O ex-deputado federal afirmou ainda que esse tipo de visita inesperada é tratado de forma diferente no estado americano.

Na sequência, ele ressaltou que moradores possuem armas em casa. “As pessoas que batem na porta da sua casa aqui são pessoas convidadas, você está esperando aquela visita, você conhece as pessoas”, explicou, sem fazer ameaças explícitas.

“Não estou fazendo ameaça a ninguém, estou falando que é uma situação totalmente grave, que foge da rotina”, acrescentou.

Eduardo Bolsonaro afirmou que registrou um boletim de ocorrência (BO) após o episódio. Segundo ele, os agentes ficaram com fotos do suspeito e prometeram intensificar as rondas na região. O ex-deputado acrescentou ainda que foi fornecido um contato direto para acionamento em caso de nova ocorrência.

“Aqui tem um crime de stalking, tem um crime de invasão de propriedade, tem um crime de distúrbio da privacidade. Isso daí não é brincadeira”, frisou.

“O que pretendem pessoas ligadas ao PCC ao invadir minha privacidade e constranger minha esposa e minha filha?”, escreveu ele na legenda da publicação do Instagram.

MARCADO:
Compartilhar este artigo