Henrique Vorcaro foi preso por atuar como operador financeiro de um esquema investigado pela PF e por ser apontado como financiador de grupos ligados a intimidação e ataques digitais.
A investigação identificou uma estrutura criminosa dividida em dois braços, um voltado a intimidações e obtenção de informações sigilosas e outro responsável por ataques cibernéticos e monitoramento ilegal.
Segundo a PF, Henrique Vorcaro enviava cerca de R$ 400 mil mensais para manter o funcionamento do grupo e também solicitava serviços ilícitos à organização.
A apuração aponta ainda suspeita de infiltração de agentes na Polícia Federal, com vazamento de informações sigilosas e continuidade da rede criminosa mesmo após fases anteriores da operação.
Na operação Compliance Zero, foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
