Na semana de estreia de Michael, cinebiografia de Michael Jackson (1958–2009), uma família próxima ao cantor entrou com uma ação judicial, acusando-o de abuso sexual.
A denúncia apresentada pela família Cascio, que se descrevia como “a segunda família” do músico, representa uma reviravolta significativa, segundo informações do jornal The New York Times.
Eles defenderam publicamente a inocência do astro por mais de 25 anos, inclusive em entrevistas televisivas, nas quais os quatro irmãos, três homens e uma mulher, negavam qualquer interação imprópria com Michael.
Agora, eles afirmam que tudo foi “uma mentira” e alegam que Jackson teria abusado de todos eles durante a infância. Hoje adultos, os irmãos são Edward Joseph Cascio, Dominic Savini Cascio, Marie-Nicole Porte e Aldo Cascio.
Eles afirmam que os abusos teriam ocorrido em diferentes locais, incluindo o rancho Neverland, na Califórnia, nos Estados Unidos, além de bastidores de shows e turnês. Segundo o relato, os episódios teriam começado quando eles tinham cerca de sete anos de idade e se estendido até a adolescência.
Segundo a publicação, anos antes de entrarem com o processo, os irmãos Cascio já teriam comunicado ao espólio do artista que haviam sido vítimas de abuso por parte do rei do pop.
Em nota, os representantes do espólio classificaram o processo como uma “tentativa desesperada de obter dinheiro” e uma “tentativa de extorsão”, alegando ainda que a família teria buscado compensação financeira em troca de não tornar públicas as acusações contra Michael Jackson.
