A guerra no Oriente Médio completou um mês neste sábado (28), marcada por uma escalada significativa do conflito e milhares de mortos. O confronto teve início em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel realizaram ataques conjuntos contra o Irã, atingindo especialmente a capital Teerã. A ofensiva inicial desencadeou uma reação iraniana, com ataques direcionados a Israel, bases militares americanas e países do Golfo, ampliando rapidamente o alcance da guerra na região.
Com o avanço das hostilidades, o conflito deixou de se concentrar apenas no território iraniano e passou a envolver outros países do Oriente Médio. Uma nova frente de batalha foi aberta no Líbano, onde o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, passou a atacar Israel em retaliação à morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Em resposta, Israel intensificou ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah no país vizinho, aprofundando ainda mais a instabilidade regional.
Após a morte de grande parte da liderança iraniana durante os ataques, um conselho interno do país nomeou Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, como novo líder supremo. Especialistas apontam que a escolha indica continuidade na política interna e na linha de atuação do regime, sem mudanças estruturais significativas, mantendo o cenário de tensão e incerteza sobre os rumos do conflito no Oriente Médio.
