O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto se pronunciou pela primeira vez sobre a morte da esposa, PM Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento no Brás, em São Paulo. Neto negou ter matado a mulher e manteve a versão de suicídio.
Ele disse que as lesões no pescoço e rosto de Gisele, identificadas no laudo necroscópico, podem ter sido causadas pela filha de 7 anos. “Ela botava as perninhas entrelaçadas e segurava as mãos no pescoço… O laudo diz que tinha marcas de unha. Eu não tenho unha. Eu roo. A filha dela é criança, mas tem uma unha bem grandinha”, explicou em entrevista à TV Record.
Neto também afirmou que não alterou a cena do crime nem se aproximou do corpo, acionando a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros para o resgate. Ele reafirmou que não houve ação criminosa de sua parte e reforçou que Gisele teria cometido suicídio enquanto ele tomava banho.
