A Polícia Civil de São Paulo pediu nesta terça-feira (17) à Justiça que seja decretada a prisão do tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, marido da policial Gisele Alves Santana, encontrada morta em casa com um tiro na cabeça no mês passado. O pedido teve aval do Ministério Público de São Paulo, mas até o momento o Judiciário não se pronunciou.
O corpo de Gisele, de 32 anos, foi exumado e o laudo necroscópico apontou lesões no rosto e no pescoço, além de sinais de que ela desmaiou antes de ser baleada, sem apresentar defesa. Os peritos identificaram arranhões compatíveis com marcas de unhas, classificadas como contundentes. Inicialmente registrado como suicídio, o caso passou a ser investigado como morte suspeita após questionamento da família.
O tenente-coronel estava no apartamento no momento em que a esposa foi encontrada e acionou o socorro. A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias do crime, incluindo exames como tomografia e novas análises do Instituto Médico-Legal, enquanto a defesa dele ainda não se manifestou sobre o laudo.
