O policial civil Felipe Marques Monteiro, baleado na testa por um tiro de fuzil enquanto pilotava um helicóptero da Polícia Civil, permanece internado em estado grave após passar por uma cirurgia para retirada de um hematoma na cabeça, segundo informações divulgadas pela família.
O quadro clínico do policial se agravou na última quinta-feira (14), após o avanço de uma infecção. A esposa dele, Keidna Marques, informou nas redes sociais que o marido precisou receber medicações mais fortes para estabilizar a pressão arterial.
“Ele está sendo tratado com antibióticos mais potentes. É um momento muito difícil de enfrentar. Seguimos em oração”, declarou.
O agente passou por uma cirurgia no início de maio para a retirada de um hematoma na cabeça. Após o procedimento, os médicos identificaram novos pontos de sangramento e precisaram instalar um dreno para auxiliar no controle do quadro clínico.
De acordo com o vídeo divulgado pela família, Felipe Marques tem apresentado reações consideradas positivas “dentro do quadro de gravidade dele”. Segundo a fisioterapeuta Gerlane, “há uma esperança muito grande, porque ele está lutando para se recuperar”.
O helicóptero da Polícia Civil foi atingido por disparos enquanto sobrevoava a Vila Aliança, na zona oeste do Rio de Janeiro. Felipe atuava como copiloto da aeronave e foi atingido por um tiro de fuzil no lado direito da testa.
O policial civil sofreu perda de aproximadamente 40% do crânio em decorrência do impacto. Ele foi socorrido em estado gravíssimo e, logo em seguida, transferido para um hospital particular na zona sul da capital fluminense. O disparo de fuzil atingiu a janela do helicóptero antes de acertar o policial.
