O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, afirmou neste domingo (22) estar “absolutamente convencido” de que a aliança conseguirá reabrir o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas estratégicas para o transporte global de petróleo. A declaração foi dada em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, que tem afetado diretamente o fluxo de energia e gerado preocupação internacional.
Segundo Rutte, países europeus e demais aliados já trabalham de forma coordenada para estruturar uma resposta conjunta à crise, que envolve diretamente o Irã e potências ocidentais. A movimentação ocorre após críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem pressionado a Otan por uma atuação mais incisiva para garantir a segurança da rota marítima.
O Estreito de Ormuz é considerado vital para o comércio global, sendo responsável pelo escoamento de uma parcela significativa do petróleo mundial. O bloqueio ou instabilidade na região tem impacto direto nos preços da energia e na economia internacional, o que reforça a urgência de uma solução coordenada entre os países aliados diante do agravamento do cenário geopolítico.
