Novo decreto de Trump restringe votação por correspondência e gera controvérsia

André Oliveira
2 min de leitura
Trump assina decreto no Salão Oval da Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na última terça-feira (31) um decreto com o objetivo de endurecer as regras para a votação pelo correio em todo o país. A medida determina que o governo federal crie uma lista de cidadãos americanos confirmados e elegíveis para votar em cada estado, buscando restringir o envio de cédulas apenas a esses eleitores. Além disso, o decreto estabelece novas exigências de segurança, como o uso de envelopes com códigos de rastreamento exclusivos para os votos enviados pelo correio.

Segundo a reportagem, qualquer tentativa de impor mudanças nos sistemas eleitorais — que são administrados pelos estados — deve enfrentar contestação judicial imediata. A iniciativa ocorre em meio a um contexto político em que Trump tem defendido há anos o endurecimento das regras eleitorais, especialmente em relação ao voto por correspondência, como parte de sua agenda para as eleições de meio de mandato.

O texto também destaca que o presidente mantém a alegação de que houve fraude eleitoral generalizada nas eleições de 2020, quando foi derrotado, embora essa afirmação seja considerada falsa. Com o novo decreto, Trump reforça sua posição de pressionar por mudanças no sistema eleitoral antes do próximo pleito, no qual o Partido Republicano busca manter sua maioria no Congresso.

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