Após um erro de identificação, Yasmin Curcino Fernandes passou a receber ataques nas redes sociais ao ser associada indevidamente à policial militar Yasmin Cursino Ferreira. A soldado é investigada pela morte da ajudante geral Thawanna Salmázio, ocorrida durante uma abordagem na zona leste de São Paulo.
Em vídeo publicado na internet, a jovem afirmou que começou a receber ameaças depois que usuários das redes passaram a vinculá-la, de forma equivocada, seu nome ao da agente envolvida no caso.
Segundo ela, a confusão começou porque os nomes são semelhantes. “Quando pesquisa ‘Yasmin Cursino’, a primeira pessoa que aparece sou eu”, explicou.
Ao perceber um crescimento incomum nas solicitações de seguidores e nas mensagens recebidas de desconhecidos, a moça estranhou a situação. “Teve uma mensagem específica me chamando de assassina. Foi quando eu vi que alguma coisa estava acontecendo”, destacou.
Em meio à repercussão do caso, Yasmin optou por modificar seu nome de usuário nas redes sociais, excluindo “Curcino” e adotando apenas “Fernandes”.
