Morreu neste domingo (17), o policial civil Felipe Marques Monteiro, que foi baleado na testa por um tiro de fuzil enquanto pilotava um helicóptero da Polícia Civil, durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro, em março de 2025. A morte foi confirmada pela família nas redes sociais.
Felipe Marques estava internado desde o dia em que foi atingido pelo disparo enquanto pilotava a aeronave que prestava apoio à Operação Torniquete. Na ocasião, ele foi socorrido em estado gravíssimo e levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, na zona sul do Rio.
Em dezembro do ano passado, após nove meses de internação no Hospital São Lucas Copacabana, o policial recebeu alta hospitalar para iniciar um processo de reabilitação. Recentemente, Felipe teve complicações no quadro de saúde e precisou ser internado novamente.
O quadro clínico se agravou na última quinta-feira (14), após o avanço de uma infecção por conta de uma cirurgia no início de maio para a retirada de um hematoma na cabeça. Após o procedimento, os médicos identificaram novos pontos de sangramento e precisaram instalar um dreno para auxiliar no controle do quadro clínico.
A confirmação da morte foi divulgada pela família na noite deste domingo (17), por meio de uma nota de pesar publicada no perfil oficial do policial civil: “Um guerreiro do início ao fim. Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas. Seu legado jamais será esquecido”.
O helicóptero da Polícia Civil foi atingido por disparos enquanto sobrevoava a Vila Aliança, na zona oeste do Rio de Janeiro. Felipe atuava como copiloto da aeronave e foi atingido por um tiro de fuzil no lado direito da testa.
O policial sofreu perda de aproximadamente 40% do crânio em decorrência do impacto. Ele foi socorrido em estado gravíssimo e, logo em seguida, transferido para um hospital particular na zona sul da capital fluminense. O disparo de fuzil atingiu a janela do helicóptero antes de acertar o agente.
