Alexandre de Moraes explicou que Bolsonaro recebeu atendimento rápido e completo ao ser transferido para o Hospital DF Star em 13 de março, após apresentar quadro de broncopneumonia. O ministro ressaltou que a remoção foi eficiente e que a utilização do “botão pânico” na cela da Papudinha poderia ter agilizado ainda mais o processo. Moraes enfatizou que a intercorrência médica ocorreria da mesma forma em prisão domiciliar ou no presídio.
O magistrado destacou que todo o procedimento foi conduzido para garantir saúde e dignidade do ex-presidente, começando às 6h45 do dia 13 de março, sem necessidade de autorização judicial adicional. Ele reforçou que dificilmente o atendimento seria mais rápido se Bolsonaro estivesse em casa desde o início da internação.
Com a decisão, Bolsonaro cumprirá prisão domiciliar por 90 dias, com monitoramento e medidas cautelares, retornando à Papudinha somente após a alta hospitalar. Ele cumpre pena de 27 anos e 3 meses por envolvimento em trama golpista.
