O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro ficará sem receber visitas enquanto estiver em prisão domiciliar, permitindo apenas a entrada dos filhos, da enteada, além de advogados e médicos. A medida tem como objetivo assegurar um ambiente controlado durante sua recuperação de saúde.
Na decisão, Moraes suspendeu todas as demais visitas por 90 dias, prazo correspondente ao período de recuperação, destacando a necessidade de evitar riscos de infecção, como sepse. Ele também proibiu visitas a outros moradores da residência, salvo autorização judicial específica, o que impede a presença de aliados políticos.
O ministro autorizou a prisão domiciliar pelo mesmo período, com uso de tornozeleira eletrônica, a contar da alta médica. A medida foi concedida para o tratamento de broncopneumonia que levou Bolsonaro à internação, mantendo regras semelhantes às impostas anteriormente durante o cumprimento de pena.
