Cármen Lúcia diz: “Deus me livre de ser julgada por juiz que não seja imparcial e ético”

Bruno Dames
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A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cármen Lúcia, afirmou nesta quarta-feira (18) que a sociedade precisa ter a garantia de ser julgada por magistrados independentes e imparciais. Em palestra a estudantes do Centro Universitário de Brasília, a ministra disse que não gostaria de ser julgada por alguém que não fosse “independente, imparcial, ético e honesto”.

Relatora do código de conduta proposto pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, Cármen Lúcia é responsável por elaborar a minuta do texto, que deverá ser discutido pelo tribunal após as eleições de outubro. A iniciativa busca estabelecer regras para o comportamento de ministros e ajudar a recompor a imagem da Corte.

A proposta surge em meio ao desgaste provocado pelas investigações sobre fraudes financeiras no Banco Master, que citam ministros do STF. Durante a palestra, Cármen Lúcia também defendeu maior presença feminina no Judiciário, afirmando que há mulheres “competentíssimas” que devem ocupar espaços no Supremo, no STJ e em outras instâncias.

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