Após janela partidária, veja as próximas datas que vão definir as eleições de 2026

André Oliveira
2 min de leitura
O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, quando os eleitores vão escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados • Nelson Jr./Ascom/TSE

Com o encerramento da janela partidária na última sexta-feira (3) e do prazo de desincompatibilização no sábado (4), o calendário eleitoral de 2026 entra em uma nova fase, marcada por etapas decisivas até o pleito. A janela partidária permitia que parlamentares trocassem de legenda sem punições, enquanto a desincompatibilização exigia o afastamento de cargos públicos para quem pretende disputar eleições. A partir de agora, o cronograma avança para fases como o fechamento do cadastro eleitoral, o início da arrecadação de recursos e a formalização das candidaturas, etapas que antecedem a campanha e a votação.

Segundo o calendário aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), eleitores têm até o dia 6 de maio para tirar o título, transferir domicílio eleitoral ou atualizar dados cadastrais, prazo após o qual o cadastro será encerrado. Já em 15 de maio, pré-candidatos poderão iniciar a arrecadação de recursos por financiamento coletivo, respeitando as regras e sem pedido explícito de votos. Em 16 de junho, será divulgado o valor do Fundo Eleitoral que financiará as campanhas, e, a partir de 4 de julho, passam a valer restrições a agentes públicos, como limitações em nomeações, exonerações e participação em inaugurações, com o objetivo de evitar uso da máquina pública em benefício eleitoral.

Na sequência, entre 20 de julho e 5 de agosto, partidos e federações realizam convenções para oficializar candidaturas e coligações, com prazo final para registro na Justiça Eleitoral até 15 de agosto. A campanha eleitoral começa oficialmente em 16 de agosto, incluindo propaganda nas ruas e na internet, enquanto o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão terá início em 28 de agosto. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, quando os eleitores escolherão presidente, governadores, senadores e deputados.

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