O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, vetou o uso do termo “Brasa” no uniforme principal da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, após a repercussão negativa gerada em torno do tema. A polêmica ganhou força depois que a designer da Nike, Rachel Denti, explicou o conceito por trás do novo uniforme amarelo, lançado oficialmente no dia 21 de março, incluindo a utilização da expressão em peças da coleção.
A presença do termo, especialmente no meião do uniforme principal, foi amplamente rejeitada por torcedores nas redes sociais, o que levou o dirigente a se posicionar publicamente. Em entrevista, Xaud afirmou ter sido surpreendido com a inclusão da expressão e destacou que ela fazia parte apenas de uma campanha publicitária da fornecedora esportiva. Segundo ele, por respeito à história da Seleção, a palavra não será utilizada no uniforme de jogo, reforçando que “o nosso nome é Brasil” e que o símbolo máximo da equipe deve preservar suas tradições.
O dirigente também buscou acalmar os torcedores ao garantir que o uniforme oficial manterá sua identidade clássica, com as cores verde e amarela e sem alterações que descaracterizem o “manto” da Seleção. Enquanto isso, os novos uniformes já divulgados pela Nike incluem diferenças entre as versões principal e alternativa, sendo que a segunda camisa contará com elementos inéditos, como a presença da marca Jordan, além de uma coleção de produtos inspirados no novo design.
