Os Estados Unidos afirmaram que suas ações militares seguirão os limites da lei internacional após declarações do presidente Donald Trump ameaçando atacar infraestruras de energia do Irã e até usinas de dessalinização, caso o país não reabra o Estreito de Ormuz. Questionada sobre a possibilidade de atingir alvos civis — o que poderia configurar violação do direito internacional —, a Casa Branca destacou que as Forças Armadas americanas atuarão dentro da legalidade.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, explicou que as ameaças fazem parte de uma estratégia para pressionar Teerã a firmar um acordo. Segundo ela, o presidente deixou claro que considera essa a melhor alternativa, mas alertou que os Estados Unidos possuem capacidades militares superiores e não hesitarão em utilizá-las caso necessário.
Leavitt também reforçou que, apesar do tom duro, o governo pretende cumprir a lei ao mesmo tempo em que busca alcançar seus objetivos estratégicos, citando a chamada “Operação Epic Fury”. A expectativa da Casa Branca é que o Irã aceite negociar, evitando uma escalada maior no conflito e possíveis ações militares contra estruturas consideradas sensíveis no país.
