Após tensão com Irã, EUA afirmam que ações militares respeitarão a legalidade

André Oliveira
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Vista da Usina Nuclear de Bushehr, Irã

Os Estados Unidos afirmaram que suas ações militares seguirão os limites da lei internacional após declarações do presidente Donald Trump ameaçando atacar infraestruras de energia do Irã e até usinas de dessalinização, caso o país não reabra o Estreito de Ormuz. Questionada sobre a possibilidade de atingir alvos civis — o que poderia configurar violação do direito internacional —, a Casa Branca destacou que as Forças Armadas americanas atuarão dentro da legalidade.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, explicou que as ameaças fazem parte de uma estratégia para pressionar Teerã a firmar um acordo. Segundo ela, o presidente deixou claro que considera essa a melhor alternativa, mas alertou que os Estados Unidos possuem capacidades militares superiores e não hesitarão em utilizá-las caso necessário.

Leavitt também reforçou que, apesar do tom duro, o governo pretende cumprir a lei ao mesmo tempo em que busca alcançar seus objetivos estratégicos, citando a chamada “Operação Epic Fury”. A expectativa da Casa Branca é que o Irã aceite negociar, evitando uma escalada maior no conflito e possíveis ações militares contra estruturas consideradas sensíveis no país.

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