A Primeira Turma do STF condenou Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Bosco Costa por cobrar propina de 25% sobre emendas parlamentares destinadas a São José de Ribamar (MA) entre 2019 e 2021. O esquema envolveu R$ 6,6 milhões em emendas, dos quais R$ 1,6 milhão teriam sido exigidos como pagamento ilícito.
Josimar Maranhãozinho recebeu a maior pena, de 6 anos e 5 meses de prisão em regime semiaberto, além de 100 dias-multa, cada dia equivalente a três salários-mínimos. O relator Cristiano Zanin justificou a sentença pelo papel de liderança do deputado licenciado sobre os colegas.
Pastor Gil e Bosco Costa foram condenados a 5 anos e 6 meses e 5 anos de prisão, respectivamente, com 100 dias-multa para cada um, cada dia equivalente a três salários-mínimos. O STF não aplicou agravantes aos colegas de Josimar, mantendo as penas dentro do mesmo padrão de regime semiaberto.
