A fabricante chinesa BYD avalia entrar na Fórmula 1 para ampliar a presença global da marca. Segundo a Bloomberg, a empresa vê nas corridas uma oportunidade de se destacar na transição para motores híbridos.
A empresa focada especialmente na produção de veículos elétricos e híbridos estuda criar uma equipe própria ou comprar uma escuderia existente, seguindo modelo semelhante ao da Audi, que entrou na F1 ao adquirir a Sauber.
Mohammed Ben Sulayem, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), destacou em entrevista ao jornal francês Le Figaro que a entrada da montadora, na Fórmula 1 seria um sonho para a categoria.
Embora a entrada na Fórmula 1 traga benefícios, a BYD ainda não decidiu oficialmente, já que o investimento é elevado, cerca de US$ 500 milhões por temporada. Além de exigir longas negociações, com risco de desistência.
